Cana-de-açúcar Cana-de-açúcar

Cana-de-açúcar

A cana-de-açúcar é uma cultura tropical e tem importância econômica no Brasil desde os tempos do Brasil Colônia, tendo sido nosso principal produto para exportação por muitos anos. A cana-de-açúcar teve como centro de origem a região leste da Indonésia e Nova Guiné e ao longo de muitos séculos, se disseminou para várias ilhas do sul do Oceano Pacífico, Indochina, Arquipélago da Malásia e Bengala, aparecendo como planta produtora de açúcar na Índia tropical. Os Persas foram os primeiros a desenvolver técnicas de produção do açúcar estabelecendo as rotas do açúcar entre os países asiáticos e africanos. Aqui no Brasil a cana chegou em 1502 e foi logo disseminada pelo Nordeste e Sudeste.

Atualmente o Brasil possui dois períodos distintos de safra: de setembro a março no Norte-Nordeste, e de abril a novembro no Centro-Sul. A safra de 2016/17 deve produzir 657,18 milhões de toneladas em 9,05 milhões de hectares.

Os principais produtos oriundos da cana são o etanol usado como combustível e o açúcar para consumo interno e exportação. O Brasil é referência em internacional em tecnologia sucroalcooleira. Cada tonelada de cana produz aproximadamente 85 litros de etanol nas melhores destilarias. As usinas têm produção em torno de 71 kg de açúcar e 42 litros de etanol para cada tonelada de cana processada.

O Brasil é o maior exportador de açúcar no mundo, com a fatia de mercado de 43% de todo açúcar exportado. A produção de açúcar atingiu 38,69 milhões de toneladas. São produzidos cerca de 27 bilhões de litros de etanol anualmente, dos quais 49% são exportados para os EUA.

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Modo de usar

Para adubações em sulco de plantio, as dosagens de N, P2O5 e K2O, indicadas na tabela a seguir, em função da expectativa de rendimento e da interpretação da análise do solo. Nas quantidades de K2O necessária, deduzir da quantidade adicionada pela vinhaça.

Se necessária, aplicar de 20 a 60 kg/ha de N, 60 dias após o plantio. Nas adubações de cana-soca, utilizar no ao lado das linhas de plantio, as dosagens de N, P2O5 e K2O, indicadas na tabela a seguir, em função da expectativa de rendimento e da interpretação da análise do solo.

Tabela
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